Honoré de Balzac é inexplicavelmente impecável em “Ilusões perdidas”. O jovem escritor Lucien, que se rende ao mundo obscuro do jornalismo para conquistar fama e fortuna em Paris, tem muito de mim e de cada um de nós.
“A avareza começa onde cessa a pobreza”, uma das primeiras frases do livro, talvez seja a melhor síntese do que toda a história contada nele evidencia.
A pequenez de pessoas que só pensam em si mesmas, no próprio sucesso e fortuna, é escancarada pelo autor por um lado. Por outro, ele enaltece sentimentos e valores tão simples, ao mesmo tempo preciosos e cada vez mais raros, como o desapego, o amor, a generosidade. E é claro, a ingenuidade.
Balzac compreendia muito bem a diferença entre os avarentos e os pobres, assim como o risco de grandes talentos como o de Lucien serem desperdiçados em nome de fama, dinheiro e algum poder, mesmo que ilusório. Recomendo muito o livro. Em 2017, pretendo ler mais alguma coisa dele, porque comecei gostando muito do que li com “Ilusões perdidas”.
A leitura me fez relembrar um filme que eu adoro, inclusive voltei a assistir enquanto estava lendo. Chama-se “Balzac e a costureirinha chinesa”. É uma linda história de como bons livros podem mudar a vida de pessoas. A fotografia do filme é belíssima também. Ele é baseado em um livro de Daí Sijie, que também está na minha lista de futuras leituras.
O trailer é em espanhol, mas pesquisando se encontra o filme na íntegra, em português, no You Tube.1
“A avareza começa onde cessa a pobreza”, uma das primeiras frases do livro, talvez seja a melhor síntese do que toda a história contada nele evidencia.
A pequenez de pessoas que só pensam em si mesmas, no próprio sucesso e fortuna, é escancarada pelo autor por um lado. Por outro, ele enaltece sentimentos e valores tão simples, ao mesmo tempo preciosos e cada vez mais raros, como o desapego, o amor, a generosidade. E é claro, a ingenuidade.
Balzac compreendia muito bem a diferença entre os avarentos e os pobres, assim como o risco de grandes talentos como o de Lucien serem desperdiçados em nome de fama, dinheiro e algum poder, mesmo que ilusório. Recomendo muito o livro. Em 2017, pretendo ler mais alguma coisa dele, porque comecei gostando muito do que li com “Ilusões perdidas”.
A leitura me fez relembrar um filme que eu adoro, inclusive voltei a assistir enquanto estava lendo. Chama-se “Balzac e a costureirinha chinesa”. É uma linda história de como bons livros podem mudar a vida de pessoas. A fotografia do filme é belíssima também. Ele é baseado em um livro de Daí Sijie, que também está na minha lista de futuras leituras.
O trailer é em espanhol, mas pesquisando se encontra o filme na íntegra, em português, no You Tube.1
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