Acabo de terminar de ler "O Fotógrafo", de Cristóvão Tezza. Conheci o autor quando li "O filho eterno", em 2014, para o Clube do Livro de Itapetininga. Gostei muito daquele livro e da forma como o autor escreve. Além disso, ele estava cheio de referências com as quais eu me identifiquei, desde autores até músicos e artistas de diferentes linguagens.
Em "O Fotógrafo", Tezza conta histórias de diferentes personagens que se entrelaçam. Inevitavelmente, como com quase todo livro que leio, esse tipo de narrativa me fez lembrar de filmes. Nesse caso, foram três:
Magnólia (1999):
Crash - No limite (2005):
360 (2012):
Adoro esses filmes. Cada um deles conta diferentes histórias de personagens que estão envolvidos entre si de alguma forma, o que vai sendo revelado aos poucos. E é claro que adorei o livro também. Inclusive, no próprio livro, há menção à relação entre literatura e cinema, algo que sempre relaciono, inevitavelmente.
O diálogo é entre Duarte e Lídia (esposa do fotógrafo protagonista), saindo do cinema: "Você leu 'As ilusões perdidas'? - ele perguntou, e era como se ele ganhasse tempo, recuperando o próprio terreno, a voz do professor. E antes que ela respondesse: Leia. Antes de ver o filme, para não destruir a leitura - e ela riu - É a grande obra de Balzac."
Recomendo muito os filmes e o livro!
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